Aladefe

Aladefe

ENERO 2015 N° 1 Volumen 5

Estratégias de avaliação da aprendizagem aplicadas no ensino de graduação em Enfermagem no Brasil

Sección: Revisiones

Autores

1Larissa Bertacchini de Oliveira, 2Vanessa Ferreira Amorim de Melo, 3Ana Paula Turin Rouiller, 4Natany da Costa Ferreira, 5Talyta Augusta Batissaldo Carneiro, 6Vilanice Alves de Araújo Püschel

1 Enfermeira. Mestranda em Enfermagem na Saúde do Adulto pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil.
2 Enfermeira. Bacharel em Enfermagem pela Faculdade de Medicina de Marília. São Paulo, SP, Brasil.
3 Enfermeira. Bacharel em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil.
4 Enfermeira. Bacharel em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil.
5 Enfermeira. Bacharel em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil.
6 Enfermeira. Professora Associada da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil.

Contacto:

Email: larabeta@usp.br

Resumen

Introducción: la evaluación del aprendizaje es de gran importancia en el contexto de las prácticas educativas. En la actualidad, se pone en discusión la necesidad de cambios en las formas de evaluación de los aprendizajes, motivados por las nuevas leyes y las metodologías de enseñanza.
Objetivo: identificar la producción y las estrategias que se utilizan para evaluar el aprendizaje en la educación superior de enfermería en Brasil.
Metodología: revisión bibliométrica. La búsqueda se realizó en LILACS, SciELO, Medline y la base de datos BDENF, de artículos publicados entre enero de 2002 y julio de 2012, con las palabras clave "métodos de evaluación", "educación superior" y "enfermería".
Resultados: se seleccionaron 20 artículos. Predominaron los autores con doctorado (50%); el 70% de los artículos eran originales y en un 71,4% se empleó una metodología cualitativa. La revista con mayor número de artículos fue la Revista Latinoamericana de Enfermagem (20%). Las estrategias más citadas fueron: portafolio (16,2%), prueba teórica (16,2%) y la autoevaluación (13,5%).
Conclusión: se encontró que la metodología tradicional es predominante, sin embargo, la mayoría de los autores apuntan a la necesidad de implementar estrategias de evaluación formativa con el fin de desarrollar el conocimiento y las habilidades para la enseñanza de la enfermería.

Palabras clave:

Métodos de evaluación educación superior

Title:

Learning assessment strategies applied to undergraduate nursing education in Brazil

Abstract:

Introduction: Learning assessment is extremely important in educational practice settings. At present, the need for changes in the way learning is evaluated is recognized, as a consequence of the new laws and learning methods.
Purpose: To identify the production and strategies being used to assess learning in high nursing education in Brazil.
Methods: A bibliometric review. A literature search was performed in LILACS, SciELO, Medline, and BDENF database for papers published from January 2002 to July 2012, using the following keywords: "assessment methods", "high-degree education", and "nursing".
Results: Twenty papers were selected. A predominance of doctoral level authors was found (50%); Up to 70% of articles were original papers and a qualitative methodology was used in 71.4%. The journal including the highest number of articles was Revista Latinoamericana de Enfermagem (20%). The most commonly cited strategies were: portfolio (16.2%), theoretical exam (16.2%) and  self-assessment (13.5%).
Conclusion: Traditional methods were found to be the prevailing ones; however, most authors suggest the need to implement learning assessment strategies aimed at developing knowledge and skills needed for nursing teaching.

Keywords:

Assessment methodshigh-degree education

Portugues

Título:

Las estrategias de evaluación del aprendizaje aplicadas en la enfermería de pregrado en Brasil

Resumo:

Introdução: a avaliação da aprendizagem tem grande importância no contexto das práticas educativas. Atualmente, coloca-se em discussão a necessidade de mudanças nas formas de avaliação da aprendizagem, mobilizadas pelas novas legislações e metodologias de ensino.
Objetivos: identificar a produção científica e as estratégias utilizadas na avaliação da aprendizagem no ensino superior de enfermagem no Brasil.
Metodologia: revisão bibliométrica. A busca foi realizada nas bases de dados LILACS, SCIELO, MEDLINE e BDENF, de artigos publicados no período de janeiro de 2002 a julho de 2012 com os descritores “métodos de avaliação”, “ensino superior” e “enfermagem”.
Resultados: foram selecionados 20 artigos. Houve predomínio de autores com título de doutorado (50%); 70% dos artigos são originais, sendo a metodologia qualitativa a mais empregada (71,4%). O periódico com maior veiculação de artigos foi a Revista Latino-Americana de Enfermagem (20%). As estratégias de avaliação mais citadas foram: portfólio (16,2%), prova teórica (16,2%) e auto avaliação (13,5%).
Conclusão: verificou-se que a metodologia tradicional foi predominante, no entanto, grande parte dos autores apontam a necessidade de implementar estratégias de avaliação formativa, visando à construção de conhecimento e de competências para a formação do enfermeiro.

Palavras-chave:

Métodos de avaliaçãoensino superior

Introdução

O processo de aprendizagem requer do aluno sua capacidade e habilidade de demonstrar em situações práticas a assimilação e interpretação do conteúdo do conhecimento transmitido. Para mensurar como esse conhecimento foi adquirido e quais são as necessidades especificas de aprendizagem de cada aluno, a avaliação é o método sistemático mais empregado, sendo considerada efetiva, quando envolve as capacidades cognitiva, psicomotora e afetiva, também denominadas, competências da aprendizagem (1,2).

Embora importante e essencial no planejamento educacional, na maioria das vezes, a avaliação é vista apenas como um instrumento de seleção e atribuição de nota ou conceito, causando ansiedade para os alunos e professores (3).

Pensando na educação do ensino superior, a avaliação da aprendizagem é de suma importância para o contexto das práticas educacionais e, isto reflete a complexidade das questões que a envolve. Tradicionalmente, a avaliação no ensino superior é feita de forma limitada, utilizando estratégias que usam procedimentos da “avaliação somativa” exercidos ao final de um período de ensino, o que remete à manutenção de uma antiga e persistente cultura avaliativa que prioriza a utilização de provas escritas com a função de avaliar os alunos (4).

As diferentes formas de avaliação na educação superior envolvem, além das escolhas pedagógicas usadas pelos professores, as diretrizes curriculares e a metodologia de ensino da instituição, que influencia nos inúmeros aspectos a serem analisados (4).

No contexto da avaliação da aprendizagem nos cursos de enfermagem, percebe-se que em decorrência dos padrões históricos nas práticas escolares, a avaliação do ensino também teve seu desvio para o uso de provas e exames, tornando-se meramente classificatória em vez de construtiva (5).

Atualmente, as formas de avaliação vêm sendo discutidas, objetivando alcançar uma avaliação diagnóstica que é feita no início do processo, seguida da avaliação formativa, onde se acompanha a evolução do estudante através de combinação de atributos (cognitivos, atitudinais e habilidades) que orientam os processos pedagógicos, seguida de uma avaliação mais ampla construída de forma democrática (6).

Considerando o processo de formação de enfermeiros, os objetivos deste estudo são o de identificar e caracterizar a produção científica do Brasil acerca da avaliação da aprendizagem, assim como identificar as estratégias de avaliação utilizadas no ensino de graduação em Enfermagem.

Metodologia

Trata-se de uma revisão bibliométrica da literatura (7), que foi realizada no período de junho a agosto de 2012. Foi realizada uma busca nas bases de LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line), BDENF (Base de dados de Enfermagem) e no diretório de pesquisa SCIELO (Scientific Electronic Library Online).

Foram utilizados os descritores: “métodos de avaliação”, “ensino superior” e “enfermagem”. Os critérios de inclusão definidos para a busca foram: artigos publicados entre janeiro de 2002 a julho de 2012, no idioma português, que versassem sobre as estratégias de avaliação da aprendizagem utilizadas no ensino de graduação em Enfermagem e que tivesse o texto disponível na integra.
Para a organização da amostra de estudos, foi elaborada uma planilha no programa Microsoft Office Excel. Foi realizada a leitura na íntegra dos estudos selecionados e a coleta dos dados contemplava: tipo de publicação; periódico, idioma, país e ano em que foi publicado; características metodológicas do estudo e as estratégias de avaliação abordadas.

Resultados

Foram identificados 296 artigos e selecionados 124 conforme os critérios de inclusão. Após leitura dos resumos, 60 estudos foram selecionados para realizar a leitura na integra. Esse processo foi realizado concomitantemente por quatro pesquisadoras. Ao final, 20 estudos foram selecionados.
As publicações segundo a região do Brasil apontaram que a maior parte dos estudos (55%) foi realizada na região Sudeste do Brasil, seguida pela região Sul (25%), Centro-oeste (10%) e Nordeste (5%), sendo que em 5% dos estudos não foi citada a procedência.

Com relação ao ano de publicação, grande parte dos estudos (85%) foi publicada entre os anos de 2006 e 2010, tendo destaque o ano de 2010 em que foram publicados seis estudos (30%) relacionados a temática investigada.

O maior número de publicações (20%) foi feita na Revista Latino-Americana de Enfermagem, seguido da Revista Brasileira de Enfermagem, responsável por 15% das publicações no período analisado. A Revista Interface e Ciência e Cuidado e Saúde publicaram individualmente 10% dos estudos e as demais publicaram cada uma 5% dos artigos identificados, dentre elas a Acta Paulista de Enfermagem, Revista Gaúcha de Enfermagem e Revista Cogitare Enfermagem.

Quanto à titulação dos autores, verificou-se predominância das produções científicas realizado por doutores (50%), seguido de mestres (39%), especialistas (2,5%) e bacharéis (2%). De 6,5% dos autores dos estudos não foi possível identificar a titulação.

Com relação ao tipo de publicação, 70% eram artigos originais, os relatos de experiências somavam 25% das produções científicas e apenas uma publicação (5%) era uma revisão de literatura.
Nas características metodológicas dos 14 artigos originais analisados, houve predominância de estudos de abordagem qualitativa (71,4%), seguido de estudos quantitativos (21,4%) e apenas um (7,2%) de abordagem mista.

Quanto às estratégias de avaliação identificadas nos estudos, houve prevalência da avaliação por meio do portfólio e da avaliação escrita em formato de questionário, ambos citados em 16,2% dos estudos, seguidos da autoavaliação, participação na aula e avaliação em grupo. Em menor proporção, foram identificadas outras estratégias de ensino, tais como: seminário, provas e relatórios de atividades práticas, estudo de caso e simulação, conforme os dados apresentados na Tabela 1.

Discussão

As transformações na formação do enfermeiro no Brasil sempre sofreram influência do cenário político-econômico-social do país. A primeira Escola de Enfermagem brasileira surge em 1923, de acordo com os moldes nightingalianos, com o objetivo de formar enfermeiras para melhorar as condições sanitárias do país, sem a devida preocupação com a qualidade dessa formação. Com o fortalecimento do processo de industrialização a partir da década de 40, surge a necessidade de profissionais de enfermagem com maior competência técnica, exigindo fundamentos para currículo pleno, colocando o ensino ao nível universitário (8).

Com as Diretrizes Curriculares Nacionais no curso de graduação em Enfermagem, com base na Resolução CNE/CES nº 3 de 07 de novembro de 2001 (9), é evidenciado um ensino baseado em competências, que possibilita o desenvolvimento da capacidade para articulação de vários saberes. Dessa forma, a avaliação do conhecimento também precisa estar condizente ao novo modelo de ensino que surge, o que gerou um estímulo aos educadores para propor novas formas de avaliação por meio de metodologias ativas que reconheçam o aluno como sujeito ativo da aprendizagem e o educador como facilitador desse processo (10).

Um estudo apresentou as impressões dos docentes de uma universidade pública sobre os instrumentos e técnicas avaliativas utilizadas no ensino de enfermagem. Os resultados apontam que 91,6% dos docentes entrevistados consideravam estes como inadequados, demonstrando o alto grau de insatisfação com os instrumentos que não conseguiam avaliar o aluno de forma integral (11).

Em outro estudo, diferentes tipos de estratégias de avaliação foram identificados em entrevista realizada com estudantes e docentes de cursos universitários de Enfermagem, como sendo mais adequados para avaliar o desempenho do aluno. Dentre os resultados obtidos, a avaliação tradicional, através da prova dissertativa individual, ainda demonstrou ser a forma de avaliação mais predominante dentre os docentes, no entanto, para os alunos, a estratégia considerada como a que melhor estima o seu desempenho foi o trabalho dissertativo em grupo, juntamente com a avaliação através de portfólios (12).

Com relação a utilização da prova escrita, o professor centraliza o processo, organiza e controla as decisões e as ações didáticas. Para trabalhar os conteúdos, como recursos pedagógicos, o professor se apoia no livro didático, no giz, na lousa, sendo assim o principal mediador do processo ensino aprendizagem, restando ao aluno a automatização e memorização dos conteúdos. A avaliação do discente ocorre pela atribuição de notas mediante seu nível de desempenho nas provas e exames, desta forma, tem como finalidade, classificar e selecionar os alunos com condições de prosseguir nos estudos. Os princípios que orientam essa tendência de avaliação são a inflexibilidade e a imparcialidade (13).

O portfólio leva o aluno a criar uma responsabilidade sobre o seu aprendizado, a participar da construção dos seus objetivos de aprendizagem e também avaliar todo o seu processo educacional tornando-se crítico, reflexivo, e ativo na formação do seu conhecimento, complementando o processo avaliativo. Esta ferramenta oferece oportunidades de reflexão tanto pelo docente como pelo discente sobre a construção de conhecimento, não de forma pontual, como nas provas escritas, mas gradativamente considerando aspectos e habilidades fundamentais para a formação do enfermeiro (5).

Revisão bibliográfica apresenta o portfólio como uma ferramenta diferenciada para a avaliação dos alunos, pois faz uma análise reflexiva sobre a aprendizagem gradativa do educando, no qual o educador seria o responsável pela definição das competências, diretrizes e prazos e dos estudantes sobre a construção do seu conhecimento. Porém, dificuldades dos alunos em entender a finalidade do portfólio, apresentam-se como uma barreira para a avaliação efetiva (14).

A autoavaliação e avaliação em grupo, ferramentas identificadas neste estudo, se baseiam no ensino por competência, que valoriza a postura ativa do aluno no processo. Outro estudo que também abordou o tema ensino por competência, apontou que os referenciais pedagógicos existentes nesse modelo de ensino é baseado no aluno responsável pela sua formação, dessa forma a avaliação formativa vem como um recurso para contemplar esse modelo (15).

Em uma revisão integrativa, apresentou-se a avaliação formativa como um recurso aprendizagem que envolve o aluno na avaliação de suas próprias competências, explicitando e debatendo os objetivos e os critérios, favorecendo a avaliação mútua e a autoavaliação, desafiando os alunos a refletir sobre suas experiências, formular e reformular hipóteses, direcionando-os para um conhecimento enriquecido (3).

Algumas estratégias identificadas nesse estudo como apresentação oral, atividades de resgate, atividades de campo, provas práticas, trabalhos em forma de resumo, relatório de atividades práticas, uso de fotografias, simulações, estudos de caso e entrevistas semiestruturadas ainda são pouco empregadas como métodos avaliativos e necessitam de mais estudos sobre sua efetividade no processo de ensino- aprendizagem na área da Enfermagem.

Realizar transformações no currículo, optar por novas estratégias de avaliação, representam desafios atuais para os professores universitários. A avaliação é de suma importância para a construção do conhecimento dos alunos de enfermagem, pois, a avaliação que somente se atenta a classificar os estudantes de acordo com a quantidade de retenção de informações reflete-se no modo de agir dos alunos, como eles irão direcionar seus estudos, habilidades e prioridades (4).

Conclusão

Verificou-se que a metodologia tradicional foi predominante, com a utilização de provas teóricas e formulários de avaliação para medir o conhecimento dos alunos. Porém, grande parte dos autores aponta a necessidade de implementar novos formatos de avaliação formativa, visando à construção de conhecimento e competências e portanto à formação do enfermeiro conforme preconizam as diretrizes curriculares. Surge, portanto, a necessidade de investimento na formação pedagógica dos docentes de enfermagem para aplicar na prática estas novas estratégias.

Bibliografía

  1. Sundberg MD. Assessing student learning. CBE Life Sci Educ 2008; 7(4):368-381.
  2. Zeferino AMB, Passeri SMRR. Avaliação da aprendizagem do estudante. Cadernos da ABEM 2007; 3:39-43.
  3. Vasconcelos CMCB, Backes VMS, Gue JM. La evaluación en la enseñanza de grado en enfermería en América Latina: una revisión integrativa. Enferm Global 2011; 10(3):96-117.
  4. Garcia J. Avaliação e aprendizagem na educação superior. Est Aval Educ 2009; 20(43):201-213.
  5. Santos FL, Miotto LB. Portfólio: novas perspectivas da avaliação escolar. Rev Cui Arte 2010; 4(1):21-30.
  6. Laluna MCMC, Ferraz CA. Finalidades e função da avaliação na formação de enfermeiros. Rev Bras Enferm 2007; 60(6):641-645.
  7. Cunha MV. Os periódicos em ciência da informação: uma análise bibliométrica. Ciênc Inf 1985; 14(1):37-45.
  8. Ito EE, Peres AM, Takahashi RT, Leite MMJ. O ensino de enfermagem e as diretrizes curriculares nacionais: utopia x realidade. Rev Esc Enferm USP 2006; 40(4):570-575.
  9. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/ CES, n. 03, de 07 de novembro de 2001. Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de Graduação em Enfermagem. Diário oficial da União 2001. [En línea] [fecha de acceso: 11 de diciembre de 2014]. URL disponible en: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/Enf.pdf
  10. Bagnato MHS, Rodrigues RM. Diretrizes Curriculares da Graduação de Enfermagem: pensando contextos, mudanças e perspectivas. Rev Bras Enferm 2007; 60(5):507-512.
  11. Merino MFGL, Higarashi IH, Carvalho MDB, Pelloso SM. Instrumentos e técnicas avaliativas de estudantes de enfermagem. Ciênc Cuid Saúde 2006; 5(2):147-157.
  12. Oliveira KL, Santos AAA. Avaliação da aprendizagem na universidade. Psicol Esc Educ 2005; 9(1):37-46.
  13. Kurcgant P, Ciampone MHT, Felli VEA. Avaliação do desempenho docente, discente e de resultados na disciplina administração em enfermagem nas escolas de enfermagem no Brasil. Rev Esc Enfermagem USP 2001; 35(4):374-380.
  14. Plaza CM, Draugalis JLR, Slack MK, Skrepne GH, Sauer KA. Use of Reflective Portfolios in Health Sciences Education. Am J Pharma Educ 2007; 71(2):1-6.
  15. Domenico EBL, Ide CAC. Referências para o ensino de competências na enfermagem. Rev Bras Enferm 2005; 58(4):453-457.