23 MARZO
2017
Enfermeria21

Originales
PERFIL DA SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA EM IDOSOS

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Autores/as:1 Anna Paula Ferreira Ferro, 2 Geyssyka Morganna Soares Guilhermino, 3 Antonio Carlos Ferreira Lima, 4 Maria da Piedade Gomes de Souza MacielCargo

1 Acadêmica de enfermagem. Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas UNCISAL.
2 Acadêmica de enfermagem. Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas UNCISAL.
3 Doutor em Literatura e professor da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas
4 Mestranda em Ensino na Saúde e professora da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas UNCISAL

Resumen Introducción:  el síndrome de inmunodeficiencia adquirida (sida) es una enfermedad infecciosa que se ha extendido por todo el mundo desde los años 80, y cuenta con un comportamiento pandémico y de alta gravedad que ha sufrido importantes cambios en tu perfil (1).
Métodos: estudio transversal, descriptivo y cuantitativo en un hospital de referencia, con una muestra del censo que incluyó los casos de sida reportados en los ancianos en la institución durante un periodo de 10 años.
Resultados: el grupo de edad predominante fue de 63 años (16,3%), siendo los hombres más afectados (81,6%) que las mujeres (18,4%). Los medios predominantes de la transmisión fue a través de las relaciones sexuales con las mujeres (49%), y el nivel más común de la educación fue el 5º al 8º grado de educación primaria incompleta (16,3%).
Discusión/Conclusión: el estudio se caracteriza por el predominio de los varones en los casos denunciados, con un balance del nivel de educación y la edad del sujeto, por lo que es necesario intensificar las actividades de educación para la salud dirigidas a este público.

Palabras clave

síndrome de inmunodeficiencia adquirida ; salud del anciano ; enfermedades de transmisión sexual ; promoción de la salud ; sexualidad

Title: Profile of acquired immunodeficiency syndrome in the elderly
Abstract
Introduction: Acquired immunodeficiency syndrome (AIDS) is an infectious disease that has spread worldwide since 1980s. It is now a pandemic and serious disorder and has shown substantial changes in its profile (1).
Methods: A cross-sectional, descriptive, and quantitative study in a referral hospital, based on a census-derived sample including reported AIDS cases in elderly people treated in the hospital over a 10-year period.
Results: Prevailing age group was the 63-years-old one (16.3%), with men being more commonly affected (81.6%) than women (18.4%). Most common transmission was through sexual intercourse with women (49%), and most common educational level was 5th to 8th grade of an incomplete primary education (16.3%).
Discussion/conclusion: Reported cases were more common in men, with a balanced educational level and age. Activities intended to increase health education should focus on such group of individuals.

Keywords

acquired immunodeficiency syndrome; health in the elderly; Sexually transmitted diseases; health promotion; sexuality

Título: Perfil del síndrome de inmunodeficiencia adquirida en el anciano
Resumo
Introdução: a Síndrome da Imunodeficiência adquirida (SIDA) é uma doença infecciosa que vem se disseminando pelo mundo desde a década de 80, e apresenta um comportamento pandêmico e de alta gravidade que vem sofrendo mudanças significativas em seu perfil (1).
Métodos: estudo transversal, descritivo e quantitativo, realizado em um hospital de referência, com uma amostra censitária que incluiu os casos de AIDS em idosos notificados na instituição num período de 10 anos.
Resultados: a faixa etária prevalente foi a de 63 anos (16,3%), sendo os homens mais acometidos (81,6%) que as mulheres (18,4%). O meio de transmissão prevalente foi através de relações sexuais com mulheres (49%), e o grau de escolaridade mais frequente foi o de 5ª a 8ª série incompleta do Ensino Fundamental (16,3%).
Discussão/Conclusão: o estudo caracterizou-se pela prevalência do sexo masculino nos casos notificados, havendo um equilíbrio do grau de instrução e faixa etária dos sujeitos, de forma que se faz necessário intensificar as ações de educação em saúde voltadas para este público.

Palavras-chave

síndrome de imunodeficiência adquirida; saúde do idoso; doenças sexualmente transmissíveis; Promoção da saúde; sexualidade

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Introducción

A síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA) é uma doença infecciosa que vem se disseminando pelo mundo desde a década de 80, e apresenta um comportamento pandêmico e de alta gravidade que vem sofrendo mudanças significativas em seu perfil, dentre elas, o aumento do número de casos dessa infecção em pessoas com 60 anos ou mais de idade; uma vez que, inicialmente a epidemia da SIDA era caracterizada por acometer quase que exclusivamente a população mais jovem, onde os mais atingidos eram os homossexuais e bissexuais (1-4).
Levando em consideração o aumento dos casos de SIDA em pessoas com 60 anos ou mais de idade, no Brasil observa-se que a taxa de incidência (por 100.000 hab.) de casos de AIDS em idosos notificados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) cresceu de 4,0 em 1997 para 9,5 em 2013 (5,6).
Esse aumento surge como um desafio para o nosso país, fazendo-se necessário o estabelecimento de políticas públicas e estratégias que possam garantir qualidade de vida a essa população infectada7. Essas questões atentam também para a necessidade de um maior aprofundamento das campanhas educativas sobre prevenção da sida voltadas para a população idosa em geral, que tanto quanto as outras pessoas apresentam comportamentos de risco e desejos sexuais ativos (8,9).
O avanço da sida nos idosos é rodeado de visões estigmatizadas e equivocadas, que representam tabus não só para a população, como tambémpara profissionais de saúde que nem sempre levam em consideração em seus atendimentos a vida sexual dos pacientes de faixas etárias mais elevadas, deixam de abordar questões sobre medidas preventivas a respeito não só da sida como também de outras doenças sexualmente transmissíveis,muitos não solicitam o teste de HIV (vírus da imunodeficiência humana) nos exames de rotina, ocasionando muitas vezes em um diagnóstico tardio da doença, aumentando ainda mais a vulnerabilidade desse grupo frente a contaminações (10-13).
Além da deficiência de abordagem pelos profissionais de saúde existem outros fatores que influenciaram para o aumento dos casos de sida em idosos, como por exemplo, as poucas campanhas de prevenção direcionadas a essa faixa etária, o uso de medicamentos que melhoram o desempenho sexual dos homens, como também a falta de informação em relação ao uso de preservativo (14).
A mudança do perfil epidemiológico da sida e a observação do aumento do número de casos acima dos 60 anos de idade nos fazem repensar sobre a maneira com que é tratada a doença nessa faixa etária, questão essa que ainda é pouco abordada diante de tamanha necessidade, uma vez que a realidade nos mostra que esse grupo vem apresentando comportamentos de risco para adquiri-la, porém as campanhas preventivas e o incentivo ao uso do preservativo não acompanharam essas mudanças.
Em face do exposto, o estudo foi elaborado com o objetivo de traçar o perfil dos casos de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em idosos, relatando assim as características da doença na realidade do município de Maceió. Tal propósito se justifica pela escassez de pesquisas relacionadas a essa temática e voltadas para essa faixa etária, e que são necessárias para subsidiar a criação de estratégias que incluam os idosos na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis com enfoque principal na sida.

Objetivo geral

Traçar o perfil dos casos de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em pessoas com 60 anos de idade ou mais, notificados no Hospital Escola Dr. Helvio Auto.

Métodos

Trata-se de um estudo transversal, descritivo e quantitativo realizado no Hospital Escola Dr. Helvio Auto localizado no município de Maceió no estado de Alagoas. Constituiu-se de uma amostra censitária incluindo todos os casos de sida em idosos notificados na instituição, entre 1º de janeiro de 2001 até 31 de dezembro de 2011, totalizando 49 sujeitos da pesquisa.
De início, foi solicitada a autorização do responsável pela instituição para a realização do estudo. Após autorização, foram solicitadas as Fichas de Notificação de SIDA das pessoas com 60 anos ou mais de idade, notificados na instituição no período entre 1º de janeiro de 2001 e 31 de dezembro de 2010.
Foram incluídos na pesquisa os casos de sida em pessoas com 60 anos ou mais de idade, notificados na instituição no período determinado na amostra do estudo. Sendo considerados também, aqueles casos que evoluíram para óbitos por sida, por outras causas, como também os casos cuja causa de óbito foi ignorada.
A coleta de dados foi realizada no hospital em estudo, no período de março a maio de 2013, onde a quantidade de fichas coletadas variava com a disponibilidade de horário dos pesquisadores. Os dados coletados nas fichas de notificação eram armazenados em fichas de papel criadas pelos pesquisadores contendo as seguintes informações: iniciais do nome do sujeito da pesquisa, data do diagnóstico, nº do prontuário, idade, nº de notificação, data de notificação, sexo, grau de escolaridade, antecedentes epidemiológicos, ocupação, critério de definição do caso, situação atual da doença e contagem de linfócitos. Em seguida, os dados necessários para a pesquisa foram tabulados, analisados e dispostos em tabelas com o auxílio do programa estatístico Epi Info (versão 3.5.2) e do programa Microsoft Office Excel 2007. Os dados coletados foram analisados por meio da análise estatística descritiva empregando-se a técnica de percentagem, ondeos resultados foram dispostos por meio de tabelas. O sigilo e o anonimato dos dados foram respeitados, os quais foram armazenados sem conter o nome dos indivíduos, apenas as iniciais. Posteriormente, os dados de identificação pessoal foram arquivados separados dos achados clínicos em virtude de alcançar uma maior preservação do anonimato dos sujeitos.
O estudo baseou-se nas diretrizes da resolução CNS/MS 466/2012do Conselho Nacional de Saúde sobre o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, portanto, somente após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas sob o protocolo Nº 1815, os pesquisadores coletaram os dados.

Resultados

No período de 1° de janeiro de 2001 a 31 de dezembro de 2011, foram registrados 49 casos de HIV/sida em idosos notificados no Hospital Escola Dr. Helvio Auto, contribuindo assim para a totalidade da amostra do estudo. Com relação ao sexo desses sujeitos, o estudo verificou que do total de pacientes idosos com sida a maioria era composta por indivíduos do sexo masculino, totalizando em 40 (81,6%) sujeitos, e com relação ao número de mulheres o total encontrado foi 9 (18,4%). No que tange a idade dos sujeitos, foram encontrados indivíduos cuja idade variava entre 60 e 71 anos, onde o estudo revelou que a idade mais acometida foi aquela que abrangeu os indivíduos com 63 anos, totalizando oito casos (16,3%).
Conforme dados da Tabela 1, a análise referente à variável grau de escolaridade revelou que a maioria dos sujeitos estavam inclusos na categoria que representa o grau de 5ª a 8ª sérieincompleta do Ensino Fundamental, totalizando oito (16,3%) idosos. A tabela mostra também nove (18,4%) casos ignorados.
Os dados da Tabela 2, que representam a evolução dos casos entre os idosos no momento da notificação, demonstram que 37 (75,5%) indivíduos estavam inclusos na categoria vivos, sete (14,3%) tiveram óbito por outras causas (que não foi por causa da AIDS), óbitos por AIDS três (6,1%) e na categoria dos casos ignorados foram encontrados apenas dois (4,3%) indivíduos notificados.
Conforme dados da Tabela 3, que demonstra o provável modo de transmissão da SIDA entre os notificados por meio da variável categoria de exposição, observou-se que o contato sexual por meio de relações sexuais com mulheres foi o mais prevalente, totalizando 24 (49%) sujeitos.
Com relação aos critérios de definição dos casos de sida Rio de Janeiro/Caracas, verificou-se que os mais recorrentes entre os notificados foram, astenia maior ou igual a um mês (69,4%), diarreia igual ou maior a 1 mês (67,3%), anemia e/ou linfopenia e/ou trombocitopenia (61,2%), caquexia ou perda de peso maior que 10% (59,2%), candidose oral ou leucoplasia (40,8%), tosse persistente ou qualquer pneumonia (36,7%), e febre maior ou igual a 38 ºC (34,7%).
A Tabela 4 demonstra os dados referentes ao critério de definição dos casos de sida CDC adaptado, onde entre os mais recorrentes encontram-se a contagem de linfócitos TCD4+ menor que 350 cel/mm³ que esteve presente em 28 (57,1%) idosos, candidose de esôfago em nove (18,4%) sujeitos, e em seguida encontra-se toxoplasmose cerebral presente em seis (12,2%) indivíduos.

Discussão

A disseminação da sida evidencia uma epidemia que inicialmente era caracterizada por acometer mais a população jovem e pertencentes a grupos de risco, com o passar do tempo foi abolido essa visão, visto que a infecção pelo HIV e acometimento pela sida atinge qualquer indivíduo da sociedade, que apresenta comportamentos de risco, como o não uso do preservativo sexual, e nesse novo perfil os indivíduos com mais de 60 anos apresentam percentuais de crescimento relativo das taxas de incidência da SIDA, demonstrando assim, que a ultrapassagem da terceira idade não significa o final do desejo sexual (15).
A distribuição dos casos de sida dessa pesquisa no período de 2001 a 2011 comportou-se de maneira variada quando comparadas as idades dos indivíduos notificados, incluindo casos em idosos entre 60 e 71 anos. Estudos como o de Araújo et al. (1) observaram o predomínio de indivíduos portadores de Aids com idade entre 60 e 69 anos (77,5%).
No período considerado, foram notificados 49 indivíduos com mais de 60 anos com diagnóstico confirmado para HIV/AIDS. Contudo, é importante esclarecer que essa amostra é relacionada ao hospital em estudo, e não expressa o número real de infectados do estado de Alagoas.
Com relação ao sexo dos indivíduos, foi evidente que o número de homens (40) com sida prevaleceu ao número de mulheres (9). Estudos como o de Araújo et al. (1) também observaram o predomínio de homens idosos (78,5%) com sida. Podendo-se dizer que a tendência ainda continua maior nos indivíduos do sexo masculino.
Nesta pesquisa constatou-se um equilíbrio no grau de escolaridade dos indivíduos notificados, onde a maioria estava incluso no grau de 5ª a 8ª série incompleta do Ensino Fundamental, resultado esse semelhante ao estudo de Bertoncini, Moraes e Kulkamp (16), que demonstrou que 54,5% dos indivíduos com mais de 50 anos infectados pelo vírus HIV apresentaram primeiro grau incompleto. Demonstrando assim, a necessidade de campanhas educativas adaptadas ao nível de entendimento de pessoas com baixa escolaridade.
Analisando a evolução dos casos, foram encontrados 10 óbitos entre os notificados, dentre eles sete (14,3%) não estavam relacionados à sida. Essa tendência também foi verificada no estudo de Souza, Suassuna e Costa (18), que traçou o perfil epidemiológico dos indivíduos com mais de 59 anos com diagnóstico de HIV/sida e foram observados apenas dois óbitos (18,19%) entre os indivíduos do estudo. Podendo-se então deduzir que a sobrevida dos indivíduos está aumentando, seja devido ao tratamento fornecido pelo hospital ou à subnotificação dos óbitos.
Estudos como o de Prillip N.B.A. (2011) observam que a maioria dos casos de sida nos pacientes desta faixa etária pode ser atribuída ao contato sexual ou ao uso de drogas. No estudo de Bertoncini, Moraes e Kulkamp (16), que avaliou pessoas com mais de 50 anos, 72,8% dos entrevistados contraíram o vírus através de relação sexual, enquanto 27,3% foram contaminados pelo uso de drogas injetáveis. Podendo-se observar que tanto nas pesquisas citadas como neste estudo, o contato sexual prevalece como provável modo de transmissão, em que o contato através da relação sexual com mulheres prevaleceu nos resultados encontrados.
Quanto aos critérios de definição dos casos de sida, os sinais, sintomas e doenças que estavam mais presentes entre os notificados foram Astenia maior ou igual a um mês, Diarreia igual ou maior a 1 mês, Anemia e/ou linfopenia e/ou trombocitopenia, Caquexia ou perda de peso maior que 10%, Candidose oral ou leucoplasia, Tosse persistente ou qualquer pneumonia, Febre maior ou igual a 38 ºC. Tendência essa, que também foi observada no estudo de Silva, H.R. et al. (2011), que investigou as características epidemiológicas de pacientes idosos com aids, e verificou as seguintes manifestações clínicas mais frequentes, caquexia (89,8%), astenia (82,6%), anemia (60,8%), diarreia crônica (57,9%), e manifestações fúngicas (53,6%). Alertando assim, a necessidade de os profissionais estarem atentos a esses sintomas na população idosa, uma vez que muitos deles podem ser confundidos com manifestações clínicas de outras doenças, o que pode aumentar o índice de diagnóstico tardio nessa população.

Conclusão 

Um dos principais desafios impostos à Enfermagem é utilizar dados e consumir resultados de estudos epidemiológicos e sociais, que propicie aos idosos informações, que tenham potencial para contribuir para a redução de comportamentos de risco, percentuais de soropositivos, contribuindo também para a qualidade de vida dos portadores da sida.
As evidências científicas confirmam a hipótese da pesquisa com relação às mudanças do perfil epidemiológico da sida, que vem crescendo ao longo dos anos nos indivíduos da terceira idade. Caracterizou-se pela prevalência do sexo masculino nos casos notificados, havendo um equilíbrio do grau de instrução e foi verificado também que a sobrevida dos pacientes está aumentando, o que nos faz pensar na efetividade do tratamento que vem sendo oferecido.
Em virtude do aumento progressivo do número de casos de sida na população idosa, faz-se cada vez mais necessário o fortalecimento de ações voltadas para combater a vulnerabilidade desta população frente à infecção pelo HIV. De forma que as questões que tangem a sexualidade destes indivíduos passem a ser consideradas, e que os sintomas de doenças sexualmente transmissíveis não sejam subestimados. Justificando assim, a necessidade de intensificar as ações de educação em saúde para prevenção da sida e outras doenças sexualmente transmissíveis nesta faixa etária.
Nesse contexto a enfermagem deve focar especialmente na prevenção da transmissibilidade do vírus, tendo como ferramenta a educação permanente em saúde, não obstante precisa também desenvolver habilidades para o cuidado dessa população acometida com o HIV-sida. Sugere-se, portanto, que os cursos de enfermagem incorporem esses conhecimentos em sua grade curricular de forma a atender a essa realidade.

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Cómo citar este artículo

Ferro AP, Guilhermino GM, Lima AC, Maciel MP. Perfil da síndrome da imunodeficiência adquirida em idosos. Rev. iberoam. educ. investi. Enferm. 2016; 6(1):49-55.

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